Escolhas. Como às vezes podem ser difíceis de serem tomadas. Mas por mais que dolorosas sejam, são sempre necessárias e essenciais para o mover de nossas vidas. Não sei por que decidi escrever sobre isso. Mas isso já foi uma escolha que fiz. E isso me fez pensar numa coisa um tanto quanto intrigante: até que ponto nossas escolhas modificam o mundo. Um simples sim, talvez possa movimentar coisas inimagináveis. Imagine se hoje eu tivesse acordado 5 minutos mais cedo, e resolvesse sair da cama mais cedo. Meu dia seria totalmente diferente do que foi, e eu não estaria nesse momento escrevendo esse texto, e talvez, quem sabe, ele nunca existisse. Isso às vezes me deixa um tanto quanto intrigado. Será que uma escolha minha, vai interferir em algo que provocará alguma coisa que eu não vou gostar? Estranho pensar nisso, não? Da mesma forma que eu acordei na hora que acordei e estou aqui escrevendo, eu poderia ter acordado 5 minutos mais cedo e acabaria escrevendo um texto muito melhor que esse. Mas o que me garante que isso aconteceria? E que esse texto não é o melhor que eu possa fazer? E eu poderia ficar viajando nessa idéia durante muito tempo.
E então surge uma sugestão: se tudo que fazemos interfere no universo inteiro, porque não usarmos o coração para fazer tudo? Acho que se o mundo fosse movido por esse sentimento muitas coisas estaria melhores do que estão agora. Não interessa se o que você fizer vai dar certo ou errado, se vai ser bom pra você ou ruim. Só uma maneira de descobrir as conseqüências de seus atos: agindo. Desta forma, agir é a única maneira de descobrir o quão certo nossas vidas podem dar, ou errado.
E então aparecem aqueles: mas se pode dar errado, pra que fazer? E então uma frase que li em algum lugar, que não me recordo, se encaixa perfeitamente: “Se foi feito com emoção, não precisa de razão ou explicação”. Não que a razão seja menor que a emoção, mas com certeza a emoção é mais verdadeira, e por mais que pareça estranho dizer isso, a emoção faz mais sentido por não precisar de explicações.Sempre costumo responder a pergunta: “O que faço agora?” Com um simples: “Faça o que for melhor pra você”. Mas recentemente mudei de opinião, e quem me perguntar: “O que faço agora?”, pode apostar que minha resposta será: “Faça o que seu coração mandar!”

Gente, acho louco isso. É aquilo, o bater das asas de uma única borboleta tem o poder de até provocar um tufão do outro lado do mundo. Mas as vezes eu me pergunto outra coisa, será que todas as nossas escolhas já estão escolhidas? Será que não tem como mudar o que um dia vai acontecer? Louco, louco, só com muitas dorgas. Hahahaha Não deixe de escrever, salsi, é um jeitinho de me manter perto de você nessas férias! :) Beijao, Paula.
ResponderExcluirComo a Paula lembrou muito bem, é o famoso "efeito borboleta". Por isso cada ação nossa deve ser cuidadosamente pensada - ou como vc mesmo disse, sentida.
ResponderExcluirMas não pode também se deixar consumir por essa ideia, porque senão viveríamos numa culpa eterna. E vale lembrar que, da mesma forma que um ato nosso pode mudar uma vida distante, um ato distante pode mudar a nossa vida completamente. Acho muito difícil não acreditar em Deus quando pensamos nisso, somos todos tão incrivelmente interligados.
Enfim, adorei.
Beijos e feliz Natal!